O que pode acontecer quando Morte e Destino brincam com o amor?
Série: Ahmnat
Volume: Um
Autor: Julien De Lucca
Editora: Gutenberg
Ano: 2011
Nº de Páginas: 368
ISBN: 9788580620085
Onde Comprar: Livraria Saraiva/Livraria Cultura/Submarino
Sinopse: Ahmnat é uma garota egípcia que, depois de uma vida cheia de turbulências, tristezas e mágoas, assume – de forma extraordinária – a função de Morte e passa a viver entre este mundo e o além-vida.
Mas ela não está sozinha. Logo conhecerá Destino, responsável por escrever as vidas mortais, que se surpreende ao vê-la no lugar de poderosa entidade. Destino propõe, então, um sádico jogo a Ahmnat: criará dez vidas mortais, humanos bem especiais, e tentará fazê-la se apaixonar por eles. Se Ahmnat se apaixonar por qualquer um deles, ela volta para a Terra como mortal novamente, dando a oportunidade de Destino reescrever sua vida. Caso contrário, será Destino quem se tornará mortal, permitindo que ela venha buscá-lo pessoalmente.
Morte e Destino jogarão através dos tempos e da própria História da humanidade. Será que essa jovem e inexperiente Morte está preparada para fugir do amor e escapar das armadilhas de Destino?
Ahmnat: Os Amores da Morte conta a história de Ahmnat, uma garota egípcia recém-saída da adolescência. Ela vivia em um mundo perfeito de adoração à sua mãe, quando em uma noite sombria, ela é atacada por seu meio-irmão e seus dois amigos. Mas ela é estranhamente salva por uma criatura misteriosa, a quem ela passa a chamar de Maldito. Após uma troca de favores entre os dois, Ahmnat passa a abrigar um filho puro em seu ventre que será tomado por Maldito e, como recompensa, ela ganha um desejo realizado por ele. E, após uma vida cheia de humilhações, ela usa seu desejo para algo absurdo e inusitado: ela deseja ser a Morte.
Logo, Ahmnat passa a exercer a sua função como morte, uma entidade extremamente poderosa e começa a conhecer os mistérios do universo além-da-vida e dos seres que o habitam. Então, Ahmnat conhece Destino, que é responsável por escrever a vida dos mortais. Ele faz uma proposta a Ahmnat, uma espécie de jogo, para testar o seu poder: Destino criará dez vidas mortais, humanos com histórias memoráveis e com papéis importantes na sociedade em que vivem, para tentar fazê-la se apaixonar por eles. Se ela se apaixonar por algum deles, ela voltará a terra como mortal e permitirá que Destino reescreva sua vida. Caso contrário, Destino é quem irá se tornar mortal, permitindo que Ahmnat venha o buscar pessoalmente, na hora de sua morte. Quem irá vencer este jogo doentio e sádico?
Algumas pessoas acham que quando dizemos que algo foi muito difícil de fazer, estamos só floreando o ato, como se não tivesse sido difícil, de fato. Mas, quando digo que uma resenha é difícil de ser escrita, falo completamente sério. E esse foi o caso de Ahmnat: Os amores da morte. Eu li esse livro na metade de Janeiro, e passei todo esse tempo para escrever a resenha, pois não conseguia descrever direito o quanto gostei deste livro. É até um pouco engraçado como eu o li. Quando fiquei sabendo do lançamento, fiquei interessado, mas não tive aquela obsessão para o ler mais rápido, tanto que foi uma surpresa para mim receber o livro para resenhar. Então, em uma madrugada de Janeiro, apesar do sono, peguei o livro para folhear, dar uma olhada no primeiro capítulo. Resultado: li o livro todo naquela madrugada.
A primeira coisa que me impressionou logo de cara foi a história, o seu desenvolvimento, e não o enredo em si, que é muito bom, por sinal. O ponto é que todo o decorrer da história é cheio de reviravoltas e histórias paralelas, o que para um autor comum poderia ser um desafio e tanto. Logo quando li a sinopse, já pensei que o autor iria se atrapalhar, pois ela já mostra que tem muita história. Surpreendentemente, De Lucca conseguiu desenvolver completamente o seu enredo, sem deixar buraco algum, e olha que tem muito mais história do que é dito na sinopse, já que é realmente o início do livro. Ainda estou um pouco abismado com o tanto de história que ele tem. São tantas voltas no tempo, tantos personagens, tantas histórias secundárias… mal consigo me conter ao falar desse livro!
Os personagens são brilhantemente caracterizados. Até mesmo os que aparecem rapidamente durante a história tornam-se marcantes, nos mais simples gestos. Não tem como falar de todos, até porque o livro é repleto de personagens, mas posso dizer que Ahmnat é uma protagonista excepcional. Diferente de todas que eu já vi, ela assume várias facetas durante história. Ao mesmo tempo em que ela está triste, ela está com raiva. Ao mesmo tempo em que ela é inocente, ela é sedutora. Ela é uma junção de opostos, que, estranhamente, deu muito certo. Ela é uma espécie de antagonista, de certa maneira. Além de que o leitor nunca sabe o que ela vai fazer a seguir, justamente por ser uma personagem tão imprevisível. Outro personagem que merece bastante destaque é o Destino. A representação que o autor fez dele no livro foi tão boa, além de inusitada, que me fez adorar o personagem. Ele de certa forma é cruel, mas sempre sabe o que faz. Não vou falar mais sobre ele, pois quero que vocês se surpreendam assim como eu me surpreendi.
Com uma desenvoltura inusitada para um autor estreante, De Lucca estreia no cenário literário com Ahmnat: Os amores da morte, um romance que tem tudo para ser um best-seller. Com aventura, romance, intriga, guerras e um grande mistério, Os amores da morte conseguiu se tornar um dos meus livros favoritos e me fazer ansiar pela sua sequência, Ahmnat: A mãe de todos os pecados. Se você está cansado do gênero Sobrenatural, dê uma chance a este livro. Tenho certeza que você irá adorá-lo! Corre pra ler o mais rápido possível, pois tenho certeza que você não vai se arrepender.
Rating:
Marcado como favorito no Skoob
ESPERE! AINDA NÃO ACABOU! Os quatro primeiros que comentarem nessa resenha, um comentário consistente e pertinente a resenha, vão ganhar um mini-kit com Um Marcador e Livreto de Ahmnat: Os amores da morte e de O Coletor de Almas.

Título Original: Shatter Me




Série: Fazendo meu filme.
Título Original: The Lucky One
Título Original: The Book of Lost Things






Katniss escuta os tiros de canhão enquanto raspa o sangue do garoto do distrito 9. Na abertura dos Jogos Vorazes, a organização não recolhe os corpos dos combatentes caídos e dá tiros de canhão até o final. Cada tiro, um morto. Onze tiros no primeiro dia. Treze jovens restaram, entre eles, Katniss. Para quem os tiros de canhão serão no dia seguinte?…































